Bom dia!

A Anvisa barrou o genérico do Ozempic. O Mounjaro está mudando o cardápio dos restaurantes. E o Ronaldo Fenômeno abriu um clube de tênis pra 300 pessoas por R$ 1 milhão o título.

E tem um remédio que é negligenciado para ansiedade, vício e compulsão.

se você chegou até aqui já merece um story. marca a @fitfeed. o estagi só começa o sextou depois desse ritual.

Vem com a gente.

Se você não constrói sua disciplina, vai acabar vivendo das suas distrações

NO JORNAL DESSA SEMANA:

🏋️ 1 em cada 4 americanos está matriculado em academia, é um recorde.

💉 O Mounjaro está mudando o cardápio brasileiro.

🚴 Andar de bike é uma das melhores ações que faz para o cérebro agora.

🧠 Um remédio que é negligenciado e ajuda na ansiedade, vício e compulsão

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POR DENTRO DA SEMANA

🧘 A marca queridinha do fitness faturou US$ 85 milhões em um mês

A Alo Yoga fechou 2025 com mais de US$ 800 milhões em vendas online, e só em janeiro de 2026 mais de US$ 85 milhões vendidos.
Muito disso pelas celebridades como Kendall Jenner, Hailey Bieber e Bella Hadid aparecem usando Alo no dia a dia, fora de campanhas pagas. Isso cria desejo de forma mais natural do que qualquer anúncio.

A marca quer chegar a 100 lojas físicas até o fim de 2026. A loja física não é concorrente do digital, é extensão dele. Você descobre online, experimenta na loja, compra onde quiser.

💉 a Anvisa barrou as primeiras versões genéricas do Ozempic e do Mounjaro no Brasil

A patente da semaglutida, o ingrediente ativo no Ozempic, expirou recentemente no Brasil. Na teoria, isso abre espaço pra outros laboratórios fabricarem versões mais baratas do remédio. Na prática, não é tão simples.

A Anvisa já negou três pedidos de novos medicamentos à base de semaglutida. As farmacêuticas tentaram entrar no mercado, mas não conseguiram comprovar eficácia, segurança e qualidade dentro dos critérios exigidos.

Hoje, apenas três produtos com semaglutida operam no Brasil → Ozempic, Wegovy e Rybelsus, e todos são da mesma empresa, a Novo Nordisk.

o que vem pela frente

Já são mais de 20 pedidos em análise na Anvisa entre semaglutida e liraglutida. O interesse da indústria é enorme.

O acesso pode aumentar no futuro. Só não vai acontecer na velocidade que o mercado quer.

🍽️ O Mounjaro está mudando o que as pessoas pedem no restaurante

Uma pesquisa da Abrasel com mais de 1.400 restaurantes no Brasil revelou algo que ninguém no setor esperava tão rápido: o Ozempic e o Mounjaro estão mudando o que as pessoas pedem na mesa.

As pessoas não pararam de sair pra comer. Mas chegam com menos fome, ficam satisfeitas mais rápido e pedem menos. Esse comportamento já tem nome no mercado: Menu Mounjaro.

56% dos estabelecimentos perceberam queda nos pedidos de pratos principais. Ao mesmo tempo, 64% registraram aumento nos pedidos de porções menores. Mais da metade também apontou crescimento no consumo de bebidas sem álcool.

Há quem perca e quem ganhe

Restaurantes que constroem o negócio em cima de volume estão sentindo na receita. No Nou, versões reduzidas dos pratos já representam um quarto de todos os pedidos, loucura né?

Do outro lado, confeitarias e chocolates premium estão crescendo entre usuários desses medicamentos. Porque quem come pouco escolhe com mais cuidado.

🎾 Ronaldo Fenômeno lançou um clube de tênis com 300 vagas e título de R$ 1 milhão

O Ronaldo entrou no mundo do tênis e não foi pela porta dos fundos.

O Galácticos House é um clube privado em Alphaville buscando esporte, lifestyle e exclusividade no mesmo lugar. São apenas 300 membros. O título custa R$ 1 milhão.

A estrutura vai além das quadras. O projeto inclui arena para 3 mil pessoas, centro de treinamento, academia, quadras de diferentes superfícies e espaço para padel. Mas também tem adega, charutaria, rooftop com restaurante, galeria de arte, concierge e alfaiataria.

O tênis vive um momento de crescimento global de audiência, explosão de novos praticantes e um reposicionamento cultural que aproxima o esporte de moda, lifestyle wellness e status.

🏋️ 1 em cada 4 americanos está matriculado em academia, e eles realmente aparecem para treinar

Em 2025, o número de membros de academias nos Estados Unidos bateu recorde ao equivalente a 26% da população americana vinculada a algum tipo de clube de fitness.

A taxa de ausência é o que mais chama atenção, ou seja, o percentual de pessoas que pagam a mensalidade mas não aparecem por lá. Esse número caiu de 10% para 4,6%, o menor nível já registrado. As academias estão cheias e as pessoas estão realmente indo.

Mas quem está fazendo isso?

A Geração Z representa 35% das novas adesões. Mas o crescimento mais acelerado vem de pessoas acima dos 65 anos, o que diz muito sobre como a academia se tornou um espaço de longevidade, prevenção e conexão social.

Musculação continua sendo a atividade principal. Mas yoga, pilates, tai chi e pickleball crescem junto, porque os objetivos dentro da academia são cada vez mais variados.

Cerca de 50% dos frequentadores de academia atingem as recomendações mínimas de atividade física. Entre quem não frequenta, esse número cai pra 24,5%.

Você faz parte dos que pagam e vão, ou dos que pagam e somem?

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FAST FEED

Notícias do feed da semana que merecem sua atenção:

🥔 A Kardashian da pipoca proteica, lançou chips com 7g de proteína

🥤 Kyllie Jenner lança bebida para cuidar da pele

🦈 Gymshark anuncia sua primeira academia após 13 anos vendendo só roupas

🍫 Estudantes da Bahia criam chocolate que ajuda no controle da glicose

🎽 Adidas anuncia as novas camisetas da Maratona do Rio 2026

PROTOCOLO DA SEMANA

🚴 Andar de bike pode ser uma das melhores coisas que você faz pelo seu cérebro agora

A saúde do cérebro não começa aos 70 anos. Ela é construída agora, nas escolhas que você faz aos 20, 30 e 40 anos. E andar de bicicleta aparece cada vez mais como uma das ferramentas mais eficientes pra proteger o cérebro a longo prazo.

Estudos populacionais mostram que pessoas que pedalam regularmente têm risco significativamente menor de desenvolver demência e Alzheimer do que quem não pedala.

Por que a bike protege o cérebro

Durante o exercício aeróbico sustentado, como pedalar, os músculos liberam um hormônio chamado irisina. Esse hormônio atravessa a barreira que protege o cérebro e estimula a produção de uma proteína que ajuda o cérebro a aprender, memorizar e se renovar. Pesquisas sugerem que manter esse hormônio elevado de forma consistente pode ajudar a retardar o declínio cognitivo.

Explicando: declínio cognitivo é quando o cérebro começa a funcionar mais devagar com a idade, memória, raciocínio, concentração. É o que precede doenças como Alzheimer.

E os joelhos?

Ao contrário do que muita gente pensa, pedalar protege os joelhos, não desgasta. Estudos mostram que ciclistas regulares têm menos artrose e menos dor no joelho do que pessoas sedentárias. O movimento fortalece os músculos ao redor da articulação sem o impacto da corrida.

O protocolo

Não precisa ser ciclista de competição. Os benefícios aparecem com consistência, não com intensidade extrema.

Três sessões por semana já fazem diferença. Incluir subidas ou variações de ritmo potencializa o ganho cardiovascular. E pedalar por vários dias seguidos, mesmo que curtos, cria um efeito acumulado que vai além de um treino isolado.

Cada pedalada é um investimento no cérebro que você vai ter daqui a 30 anos. A bike não é só transporte nem só treino. É uma das ferramentas de longevidade mais acessíveis, e mais subestimadas, que existem.

Universidade de Huazhong, China / Universidade de Sydney

VOCÊ SABIA?

🧶 O remédio mais subestimado contra ansiedade, vício e compulsão

Carl Birmingham, professor de psiquiatria da Universidade da Colúmbia Britânica, leva 15 anos convencendo a comunidade científica de que tricotar é uma intervenção real de saúde mental. O problema, ele diz, é que quando menciona a palavra "tricô" numa conferência, o entusiasmo dos colegas some na hora.

Tricotar e crochê sempre foram vistos como hobby de vovó. Mas pesquisadores de psiquiatria estão olhando pra essas atividades como intervenção real de saúde mental.

E os resultados são difíceis de ignorar.

75% de jovens com transtornos alimentares graves disseram que tricotar reduziu a ansiedade em torno da comida. Mulheres em tratamento para dependência química disseram que se tornou ferramenta essencial pra lidar com a abstinência. Uma holandesa tricotou mais de 550 blusas pra largar o cigarro.

Por que funciona? As duas mãos se movem de forma rítmica e repetitiva, ativando os dois lados do cérebro ao mesmo tempo. Pesquisadores comparam o efeito a uma técnica usada no tratamento de ansiedade. O movimento acalma o sistema nervoso de um jeito que o esforço mental sozinho não consegue.

Não é pra todo mundo. Mas pra quem tem hábito compulsivo, roer unha, rolar o feed, beliscar por tédio, pode ser mais eficaz do que qualquer app.

ps: O único efeito colateral: cachecóis demais.

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