
Bom dia!
A Nike fechou parceria com a SKIMS de Kim Kardashian e mirando no território de yoga e pilates. A Sony lançou um ar-condicionado vestível que está sendo apontado como aliado para aliviar ondas de calor da menopausa. E a Bacio di Latte entrou no wellness com gelato zero açúcar e milkshake de 30g de proteína por unidade.
E tem um dado mostrando que 30% dos jovens da Geração Z já pediram afastamento do trabalho por questões de saúde mental.
50 edições com você. se chegou até aqui, brinda com a gente. marca a @ofitfeed que o estagi começa o sextou com fé renovada.
Vem com a gente.
O único treino ruim é aquele que não aconteceu
NO JORNAL DESSA SEMANA:
💊 A Anvisa aprovou o Yesintek, novo biossimilar para tratar psoríase, Crohn e artrite psoriásica.
🦜 A Maratona do Rio criou Mara, a primeira mascote oficial da história do evento, inspirada em uma maritaca carioca.
🍦 A Bacio di Latte entrou no wellness com gelato zero açúcar e milkshake proteico.
💍 A startup Anoria lançou uma pulseira que entende emoções para treinar inteligência emocional.
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💊 A Anvisa aprovou um novo biossimilar para tratar psoríase, Crohn e artrite psoriásica
O acesso a terapias biológicas no Brasil acabou de ficar um pouco melhor.

A agência aprovou o Yesintek, um biossimilar do Stelara que demonstrou equivalência em qualidade, segurança e eficácia em relação ao medicamento original. Na prática, isso significa novas possibilidades de tratamento para quem convive com psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa.
Apesar de ser muito associado à psoríase, o ustequinumabe atua também em quadros intestinais e articulares. O medicamento poderá ser usado em adultos e crianças acima de 6 anos, principalmente em casos onde tratamentos convencionais não tiveram resposta adequada.
Zoom out: o avanço dos biossimilares vem se tornando estratégico para sistemas de saúde no mundo inteiro porque amplia disponibilidade de tratamentos de alta complexidade. Em doenças crônicas que exigem uso contínuo, esse tipo de aprovação muda o jogo. Quando a categoria de biológicos deixa de ser território exclusivo das farmacêuticas originais, o paciente ganha opção e o sistema ganha fôlego.
🦜 A Maratona do Rio criou sua primeira mascote oficial inspirada em uma maritaca carioca

A Mara chega para acompanhar diferentes momentos da jornada do corredor, das ativações pré-prova até largadas, chegadas, premiações e conteúdos digitais. A ideia é transformar a personagem em presença constante dentro do universo da maratona, não em adorno decorativo de comunicação.
Eventos como as maratonas de Boston, Nova York e Berlim já utilizam mascotes para aumentar identificação e engajamento. A Maratona do Rio entra nessa lógica e transforma a corrida em uma experiência mais cultural e emocional, ancorada em um símbolo local.
No mesmo movimento, a adidas lançou a maior coleção já feita para o evento desde o início da parceria em 2022. A linha inclui Adizero Adios Pro 4, Adizero EVO SL, Supernova Rise 3 e Adizero Drive RC, todos inspirados nas cores do nascer do sol carioca.
Zoom out: corrida hoje não é só esporte, é identidade, comunidade, estética e experiência. As marcas começam a entender que o corredor quer participar de algo maior do que apenas completar quilômetros. Quem oferece narrativa, pertencimento e estética junto da prova sai na frente do que era apenas cronômetro e medalha.
🧘 A Nike fechou parceria com a SKIMS de Kim Kardashian e lançou uma linha de yoga e pilates
A briga pelo guarda-roupa do treino feminino entrou em uma nova fase.

A nova linha Studio Stretch foi criada pensando no universo de yoga, pilates e treinos de baixo impacto, onde conforto, mobilidade e sensação no corpo passaram a ser tão importantes quanto performance. O grande foco está em um tecido novo desenvolvido com Lycra Adaptiv.
Diferente das peças mais compressivas dos lançamentos anteriores da parceria, a proposta agora é entregar sustentação leve, toque macio e sensação de segunda pele. A coleção também incorpora a tecnologia Dri-FIT para ajudar no controle de suor, inclusive em práticas mais intensas como hot yoga.
Mas o ponto principal aqui não é alta performance tradicional, é conforto sensorial. Peças neutras, tecidos suaves e visual clean deixaram de ser nicho e passaram a ocupar espaço central no mercado esportivo feminino. A linha traz leggings, tops, catsuits e peças pensadas tanto para treino quanto para uso casual.
💍 A Anoria está criando uma pulseira que entende suas emoções para treinar inteligência emocional

A startup foi aceita no Y Combinator na primavera de 2026 e está desenvolvendo um dispositivo capaz de identificar emoções, explicar o que está acontecendo e sugerir ações para melhorar o equilíbrio emocional.
O fundador Michael Belhassen, responsável pelo design do iPhone 17 Pro, parte de uma tese provocadora. Para ele, 90% da performance humana depende do estado mental, e os wearables atuais só rastreiam proxies físicos como sono, passos e recuperação. Nenhum deles mede diretamente o que sentimos.
O dispositivo ainda está em fase de desenvolvimento, com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2026. A startup opera em São Francisco e já abriu vaga para integrar a equipe de inovação.
Zoom out: a próxima fronteira do wellness não está só no corpo, está na mente. A primeira geração de wearables provou que dá pra medir o físico, a segunda agregou recuperação e sono, e agora a terceira começa a mirar emoção como métrica principal. Quem conseguir transformar percepção emocional em ação concreta vai redefinir o que se entende por coaching pessoal.
🍦 A Bacio di Latte lançou gelato sem açúcar e milkshake proteico para entrar no wellness
A sobremesa também quer um lugar na rotina de quem se cuida.
A estreia da linha Bacio Zero traz três sabores clássicos. Pistacchio com 81 calorias por 60 gramas, Cioccolato com 89 e Doce de Leite com 100. A proposta foi desenvolvida para se encaixar na rotina de quem busca reduzir açúcar e carboidrato sem abrir mão do sabor.
A marca optou por manter a mesma base de ingredientes nobres da linha tradicional, incluindo leite, creme de leite fresco, cacau e pasta de pistache. Apenas o açúcar foi retirado, justamente para preservar o toque artesanal e a sensação amanteigada do gelato.
Os milkshakes entram como complemento estratégico, formulados com gelato sem açúcar acrescido de 30 gramas de proteína por unidade de 490ml. Segundo Edoardo Tonolli, sócio-fundador e CEO da Bacio di Latte, a coleção acompanha a maturidade do consumidor sem alterar os ingredientes nobres.
A coleção fica disponível em todas as lojas físicas no Brasil a partir de 19 de maio e também via app, e-commerce e plataformas como iFood e Rappi.
Notícias do feed da semana que merecem sua atenção:
🥶 Sony lança ar-condicionado “vestível” que pode ajudar mulheres na menopausa
🧠 Ignorar a saúde mental dos trabalhadores agora rende multa de R$ 200 mil
🏋️♂️ A febre do GLP-1 está aumentando muito as matrículas nas academias
O tênis que você usa na musculação está sabotando seu treino

Tem uma cena que qualquer frequentador de academia conhece. É a terceira série do agachamento, o joelho começa a ceder, aí você começa a pensar que está cansado, fraco e que falta mobilidade.
Só que ninguém te conta que o problema muitas vezes não está no joelho. Está no que você usa no pé
O Brasil tem 15 milhões de pessoas treinando musculação. E a esmagadora maioria está usando o tênis errado, não porque são descuidadas, mas porque o mercado nunca criou a categoria certa para essa modalidade.
Tênis de corrida tem amortecimento alto. Quando você agacha, aquele solado macio rouba a força que deveria ir pro chão. É como tentar empurrar o mundo em cima de uma esponja. Tênis casual tem solado mais plano, mas rígido. Treinar de meia? Academia não é lugar pra pé descalço.
Toda modalidade ganhou seu calçado próprio nas últimas décadas, mas a musculação ficou de fora.
A Fiber enxergou esse gap e criou a Sapatilha Training da linha Barefoot: solado plano, zero drop, flexível. O pé fica ativo, a base fica estável, e o exercício acontece inteiro, sem energia se perdendo no meio do caminho.
A musculação sempre exigiu base firme. A Fiber só criou o calçado que deveria ter existido desde o começo.
🍭 30% dos jovens da Geração Z já pediram afastamento do trabalho por danos à saúde mental
Uma nova revolução está acontecendo nos escritórios, e ela é silenciosa, mas nem tanto.

Cerca de 30% dos jovens da Geração Z já pediram afastamento do trabalho por questões de saúde mental. O bem-estar deixou de ser benefício e virou condição inegociável.
E o número pesa por trás do dado.
Criada entre a crise financeira de 2008 e a pandemia, a Geração Z entende de instabilidade. Como nativos digitais, eles cresceram com o diálogo sobre saúde mental normalizado nas redes sociais, e ganharam plataformas como o TikTok para transformar a exaustão em protesto.
Fenômenos como quiet quitting, loud quitting e a hashtag #ActYourWage viralizaram como forma de resistência à cultura da correria. O equilíbrio entre vida pessoal e profissional vale mais do que um salário alto.
Outro ponto chamou atenção. Apesar do hype corporativo em torno do bem-estar, a realidade parece outra. Uma pesquisa da Serasa Experian aponta que 60% dos jovens sentem que as empresas pregam uma coisa, mas mantêm práticas incompatíveis com a saúde mental, como pressão excessiva e longas jornadas.
Apenas 28% deles se sentem confortáveis para discutir o tema no ambiente de trabalho. A desconfiança é grande e mostra um abismo entre o que é dito e o que é feito.
E tem ainda uma virada importante. A legislação está se movendo. A Norma Regulamentadora 1, a NR-1, foi atualizada para incluir riscos psicossociais. As empresas agora precisam implementar programas de saúde mental e canais de denúncia, com multas previstas para quem não se adequar.
A leitura é direta. Saúde mental deixou de ser pauta de RH para virar pauta de operação, jurídico e estratégia. Quem tratar como modinha vai ficar para trás duas vezes, primeiro perdendo talento, depois pagando multa.
Não é pra romantizar afastamento nem demonizar empresa. Mas vale lembrar que cultura de trabalho também molda saúde, e o que se cobra dentro de uma jornada pode estar conversando com sintoma muito mais do que parece.
🍌 Comer banana durante a menstruação pode ajudar a aliviar sintomas
Esqueça a ideia de que sintoma menstrual é só questão de aguentar.

Um corpo crescente de evidências mostra que a alimentação tem peso real no quadro de cólica, humor e desconforto durante o ciclo. A banana ganhou espaço nessa conversa por concentrar nutrientes ligados ao relaxamento muscular, regulação de humor e redução de inchaço.
E o detalhe importa.
O nutriente mais associado a esse efeito é o magnésio. Estudos mostram que ele pode reduzir cólicas ao atuar no relaxamento muscular e diminuir a produção de prostaglandinas, substâncias ligadas às contrações uterinas dolorosas.
Em um estudo publicado no PubMed, mulheres com dismenorreia que utilizaram 200 mg de citrato de magnésio apresentaram redução significativa da dor pélvica e menor necessidade de analgésicos.
Outro ponto chamou atenção. Além do magnésio, a banana fornece potássio, que auxilia no relaxamento muscular e na sensação de inchaço. E vitamina B6, associada à regulação de neurotransmissores como a serotonina, o que pode influenciar humor e sintomas da TPM.
As fibras presentes na fruta também ajudam no funcionamento intestinal, algo relevante porque muitas mulheres relatam aumento de desconforto abdominal durante o período menstrual.
E tem ainda uma virada importante. Existe um limite. A quantidade de magnésio presente em uma banana é relativamente pequena, cerca de 27 mg por unidade. Os estudos que mostraram melhora nas cólicas utilizaram doses entre 200 e 300 mg. A banana pode contribuir, mas dificilmente funciona sozinha como tratamento principal.
A fruta pode fazer parte de uma estratégia alimentar mais equilibrada e anti-inflamatória. Mas o principal ponto é entender que sintomas menstruais também têm relação com sono, alimentação, estresse, inflamação e estilo de vida.
Não é pra esperar milagre de uma banana. Mas pra quem convive com cólica todo mês, vale lembrar que o prato também é variável da equação, e nem sempre o alívio vem só do comprimido.
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Fim da dose semanal.
Mesmo lugar, mesmo horário: sexta, 6:18 em ponto.
Efeitos: uma semana mais inteligente. Zero açúcar, sempre.

Você nasceu pra vencer! 🚀🔥


